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Pandemia vai mudar a forma de organização do trabalho

Ao responder ao MPT, a Sanasa usa as medidas adotadas até agora para justificar o fim do revezamento e a volta ao trabalho na Diretoria Técnica e na comercial.

Ela informa que “adquiriu 6 mil unidades de álcool gel; 12.900 máscaras de proteção, sendo entregues duas unidades para cada funcionário; e nos locais de trabalhos observa-se o distanciamento mínimo de 2 metros entre os trabalhadores ‘quando possível’, entre outras medidas”. Nem uma linha sobre testagem em massa.
Mas, será que apenas estas medidas são suficientes? Para a direção do Sindae, elas são importantes e necessárias, mas, insuficientes para garantir plena segurança à saúde dos trabalhadores e, por extensão, das suas famílias. De acordo com profissionais médicos, existem inúmeros casos de pessoas infectadas que permanecerão assintomáticos (sem manifestação de sintomas), porém, capazes de infectar outras pessoas.
A elaboração e definição de protocolos rígidos de segurança têm de estar a cargo de médicos e profissionais ligados à vigilância epidemiológica e sanitária, e não dos gestores. Estes deverão apenas executar as medidas de segurança e observar o cumprimento delas pelos trabalhadores.
Vamos todos voltar ao trabalho. Não se pode negar. Mas, para a direção do Sindae, esta volta precisa ser feita em segurança. Ainda não temos controle sobre a pandemia. São grandes os riscos de infecção. Daí a necessidade de garantirmos protocolos rígidos de segurança.

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