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Sábado, 24 de Junho de 2017

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Trabalhadores dizem não às reformas trabalhista e da Previdência


Milhares foram às ruas para gritar bem alto: nenhum direito a menos! As ruas falaram. E vão continuar falando enquanto os direitos dos trabalhadores estiverem sob ameaças.


As propostas de emendas constitucionais que reformam a legislação trabalhista e a Previdência Social, em trâmite no Congresso Nacional, é um duro golpe nos direitos dos trabalhadores. Luta e resistir a elas é dever de todos aqueles que vivem do seu próprio trabalho.

Este foi o sentimento que moveu as manifestações realizadas na última quarta-feira, 15 de março, por todo o país. Em Campinas, aproximadamente 5 mil pessoas percorreram as ruas do centro gritando palavras de ordem contra as reformas trabalhista e da Previdência. “Se você não lutar, sua aposentadoria vai acabar”, dizem as vozes das ruas.

Em São Paulo, mais de 250 mil pessoas tomaram a Avenida Paulista, no coração financeiro do país. Palco de grandes concentrações, mais uma vez, aa avenida foi tomada pelos movimentos sindical e sociais. Porém, desta vez, tinha cores e contornos diferentes. As organizações de esquerda ganharam a companhia de quem não milita em nenhuma frente, mas perdeu a paciência com a sequência de ataques aos direitos da classe trabalhadora.

A pá de cal, sem dúvida, foi a tentativa de impor a Reforma da Previdência, que unificou a insatisfação popular com Michel Temer (PMDB). Na avenida Paulista, a professora Márcia Soares simbolizava a revolta daqueles que não estão habituados a manifestações, mas que viram nas medidas totalitárias do governo federal ilegítimo um motivo para ir às ruas.

“Sou mulher, negra, professora e mãe. Estou na luta e acho muito importante essa luta contra a Reforma Previdenciária porque ela atinge todos os brasileiros. Estou na luta hoje porque tenho uma filha especial, cadeirante, que é mulher e vai precisar desse benefício no futuro. Mas, essa luta não é só minha, ela é de todos os brasileiros”, afirmou Márcia.

 






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